Ramaphosa diz que captura do Estado no tempo de Zuma foi ataque à democracia

Ramaphosa diz que captura do Estado no tempo de Zuma foi ataque à democracia

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O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, recebeu, na quarta-feira durante numa cerimónia em Pretória, a segunda e última parte do relatório da presidência de Jacob Zuma e considerou que a corrupção capturou o Estado e foi um “ataque à democracia” sul-africana. Durante a cerimónia, Cyril Ramaphosa, afirmou que Zuma “violou os direitos de cada homem, mulher e criança do país” e considerou que o relatório é muito mais do que um registo sobre a corrupção na África do Sul.

O também presidente do Congresso Nacional Africano (ANC), partido que governa África do Sul desde 1994, prometeu apresentar o relatório e o seu parecer no parlamento nos próximos meses. Estes últimos documentos da investigação liderada pelo juiz Raymond Zondo, contêm três anos e vários meses de testemunhos perante a comissão judicial “Zondo”.

E é crítica sobre o papel do partido governante em “permitir” a captura do Estado sul-africano durante os cerca de 10 anos de governação de Zuma. Durante a apresentação do inquérito, Raymond Zondo explicou que as provas contêm detalhes dos “fluxos e das “transferências” financeiras efectuadas no período da governação de Zuma

De acordo com Raymond Zondo, o relatório traz as evidências do presidente enquanto líder da nação, as evidências do ANC, assim como, como provas do uso da Base Aérea de Waterkloof pelos empresários da família indiana Gupta. No entanto, a comissão admite que “ainda há corrupção por descobrir”. A primeira parte do relatório apresentado em Janeiro deste ano continha mais de 800 páginas e foram visadas 1.438 pessoas. A família indiana e os serviços fiscais da África do Sul estiveram no centro do primeiro capítulo deste primeiro volume.

Recorde-se que os Gupta são suspeitos de estar no centro da corrupção durante o mandato de Zuma. No início do mês, dois dos três irmãos Gupta foram detidos nos Emirados Árabes Unidos por alegadamente terem lesado o Estado sul-africano em mais de 3 mil milhões USD, tirando partido da sua proximidade ao ex-presidente Jacob Zuma.

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